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maio 4, 2017

7 atitudes que definem pessoas resilientes


Você já deve ter ouvido falar em resiliência. Trata-se da capacidade de lidar com momentos de dificuldade e superar mudanças e obstáculos. Alguém resiliente demonstra a capacidade de suportar bem as situações de estresse e encontra as melhores soluções para encará-las. Não é difícil imaginar que 10 em cada 10 empreendedores buscam pessoas resilientes para compor suas equipes. No mundo empresarial, a resiliência contribui de forma decisiva na tomada de decisão, atribuição fundamental em qualquer segmento.

Tornar-se resiliente deve ser o objetivo de todo profissional bem-sucedido. Mais do que isso, deve ser uma meta para qualquer pessoa, pois os benefícios proporcionados pela resiliência impactam positivamente todas as esferas. Claro que não é uma fórmula matemática, mas incluir algumas práticas no dia a dia (e excluir outras) já é um ótimo começo. Neste artigo, apresentamos sete atitudes que devem ser assumidas ou evitadas na busca pela resiliência.

(Leia também: 5 tipos de funcionários indispensáveis para empresas de sucesso

1. Peça ajuda quando necessário

Momentos de dificuldade podem ser superados com menos traumas quando temos o apoio de amigos e familiares. O chamado “ombro amigo” é um santo remédio na tarefa de virar a página quando algo foge daquilo que foi planejado. As pessoas têm uma tendência natural de se esconder em situações difíceis, pois não querem se mostrar fragilizadas. O desafio é superar o próprio orgulho e não ter vergonha em pedir ajuda.

2. Gaste energia somente no que você pode controlar

Certas coisas estão além do nosso alcance, tanto no âmbito profissional quanto no pessoal. Pessoas resilientes aceitam essa realidade e evitam gastar energia naquilo que sabem que não podem controlar. Não se trata de acomodação, mas de inteligência emocional para saber direcionar os esforços.

Quer um exemplo de algo sobre o qual não temos controle? O passado. Ser resiliente é aceitar que o que passou não pode ser alterado, por isso devemos olhar sempre para frente e buscar melhores resultados.

3. Encare corajosamente os momentos de dor

Uma das marcas da resiliência é a resistência à dor. Essa espécie de força superior diante de algo que todos temem é resultado da prática em enfrentar a adversidade. A opção do resiliente é tirar uma lição de cada momento de dor e evitar que a situação o deixe sem esperança.

A tentativa de encobrir a dor é um movimento de defesa que muitas vezes fazemos, mas a chave é entender que fingir que a dor não existe não a fará desaparecer.

4. Não deixe uma tragédia paralisar você

Essa atitude é como um desdobramento mais dramático da dica anterior. Quando acontece uma tragédia em nossa vida (a morte de um ente querido, por exemplo), é natural que o baque nos deixe anestesiados por um período. Evidentemente, cada pessoa tem seu tempo de superação de uma perda, mas a lição que fica das pessoas resilientes é a tentativa de encurtar o período de sofrimento e olhar sempre para frente. Como dito anteriormente, não temos controle sobre o passado – por mais duro que isso possa ser.

5. Não se culpe excessivamente

Momentos de dificuldade são grandes vilões para a autoestima. Em geral, muitos têm o impulso de se culpar quando algo dá errado. A capacidade de se perdoar é uma das habilidades que definem pessoas resilientes.

O ponto central é reconhecer que em determinadas situações você vai errar e será o responsável por algo negativo – em casa ou no trabalho. Quando isso acontecer, assuma o erro, mas não deixe a culpa consumir sua capacidade de reação. Também é fundamental compreender que nem sempre a culpa por determinado erro é sua.

Pessoas resilientes assumem a responsabilidade por suas ações, mas evitam internalizar a culpa.

6. Evite basear suas decisões em dias ruins

Quando algo dá errado, muita gente quer consertar rapidamente para esquecer o que aconteceu. Mas alguns incidentes fazem parte de qualquer percurso, diria uma pessoa resiliente. Basear decisões em função de pequenos percalços afasta você dos objetivos e pode representar um atraso.

(Leia também: Planejamento com flexibilidade: entenda a importância)

O avanço raramente acontece sem tropeços. Por isso, a resiliência é uma arma importante na busca pela crescimento profisisonal em qualquer mercado. Não se trata de dar murro em ponta de faca, mas de compreender que nem sempre é necessário mudar o curso e que o avião seguirá seu voo após uma pequena turbulência.

7. Não caia na tentação do “coitadismo”

Um dos personagens clássicos da dupla Hanna-Barbera, a hiena Hardy, se notabilizou pela incurável tristeza com que encarava as mais variadas situações. Seu bordão “Ó céus, ó vida, ó azar” resume com perfeição a sétima lição de pessoas resilientes. A autopiedade – que pode também ser definida como “coitadismo” – é um mindset bastante perigoso, à medida que enfraquece a pessoa e a deixa incapaz de dar a volta por cima.

Fixar-se em eventos negativos e sentir pena de si mesmo são o caminho mais curto para a estagnação. Mais uma vez, vale a mensagem: “olhe sempre para frente”.

O que temos à frente?

Já que tratamos sobre a importância de olhar para frente e buscar a constante evolução, é oportuno falar sobre planejamento. O ato de planejar é antever o que está à frente e definir as próximas atitudes a serem tomadas. No mundo corporativo – e também no âmbito pessoal – a gestão do tempo é decisiva na busca pelo sucesso e por uma vida mais resiliente.

Por vezes pensamos estar com um bom planejamento do tempo, mas na verdade nos falta método para ter uma rotina mais produtiva. O gestor de equipes precisa dar atenção deve ser redobrada a esse ponto. Existe um software próprio para o planejamento do tempo, disponível, inclusive, para um período de teste grátis. Que tal conhecê-lo? https://neotriad.com

2 Comentários

  1. Sebastian disse:

    Excelente o assunto me ajudou muito!!




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