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abril 27, 2017

7 coisas que você deve ignorar para ser mais feliz e bem-sucedido


A busca por felicidade e sucesso é comum a todos, seja um gestor de equipes, seja um subordinado. A diferença está no que cada um faz para se aproximar das duas grandes ambições. A antiga lição de que “a felicidade está nas pequenas coisas” é verdadeira, mas ela está também em pequenas coisas que deixamos de fazer para viver de forma mais plena. Sem perceber, tomamos algumas atitudes no dia a dia que limitam a busca por felicidade e sucesso. Neste artigo, elencamos as 7 coisas que devem ser ignoradas para você (e sua equipe) ser mais feliz e bem-sucedido.

1. Problemas do passado

Ninguém consegue mudar o que já passou, por isso o melhor é olhar sempre para frente. Os erros do passado devem servir como um aprendizado e jamais uma lembrança incômoda que fica grudada em você. As pessoas se fortalecem ao reconhecer suas fraquezas, e os erros ajudam nesse processo.

Muitas vezes, situações de grande tristeza nos levam a aprender coisas que antes não imaginávamos ser capazes. Isso pode ser canalizado em evolução pessoal e profissional.

Um dia ruim acontece com qualquer pessoa, mas deve ficar no passado. Não se pode fazer dele um monstro maior do que é. Pessoas felizes e bem-sucedidas olham sempre para frente e sabem que os próximos dias vão oferecer oportunidades de corrigir o que não deu certo.

2. Pensamentos negativos

Paciência é muito mais do que esperar que as coisas melhorem, é a habilidade de manter uma atitude positiva enquanto trabalha duro para realizar determinado objetivo. Quem é paciente sabe potencializar virtudes como foco e disposição para dar um passo de cada vez, consciente de que pequenos avanços resultam em êxito ao final do processo.

Para evitar pensamentos negativos, um dos segredos é não esperar retorno instantâneo. Seja um plano de academia, um curso específico ou uma grande mudança na empresa, o mais importante é manter os pés no chão e caminhar para o cumprimento dos objetivos. Achar que tudo se resolverá da noite para o dia, invariavelmente leva a pensamentos negativos.

Às vezes, o progresso parece tímido ou nos frustramos porque os resultados esperados não aparecem tão rapidamente. Quando isso acontecer, tenha sempre em mente que mudanças reais levam tempo para serem realizadas.

(Leia também: 3 passos para o gestor de equipes executar mudanças eficazes)

3. Coisas que estão além do seu controle

Quando algo não dá certo, devemos ponderar se o que aconteceu foge ao nosso controle. Se isso for detectado, não há por que manter o foco no problema. O mais correto é trabalhar em busca da solução.

Nos momentos de tranquilidade, quando tudo está nos trilhos, é fácil se esquecer do quão capazes podemos ser para evoluirmos. Já as situações ruins são como um mal necessário, que nos empurra para frente com as lições aprendidas durante os processos de resolução. Mudanças nem sempre acontecem sob a nossa supervisão, mas elas têm uma razão de ser. Aprenda com elas.

4. A dor pela dor

Existem dois tipos de dor: do machucado e da mudança. Mas quando retiramos algum aprendizado da dor, ela nos machuca e nos modifica ao mesmo tempo. Quando se busca um objetivo grandioso, é preciso enfrentar a dor do trabalho árduo até a conquista, seja ela pessoal ou profissional. O erro é não tirar lições da dor.

Vale destacar que a força não vem das coisas que você consegue fazer, mas daquelas que você não conseguiu concluir. Situações duras constroem profissionais de sucesso, criam aquele “casco” que se mostra extremamente útil nos desafios vindouros.

5. As dúvidas constantes

Quando você tiver momentos de dúvida, lembre-se de acreditar em si mesmo. Todos cometem erros no caminho para a grandeza (e, inclusive, há mais de um caminho possível para isso, cada pessoa constrói o seu). Entender essa multiplicidade o ajudará a confiar na própria intuição quando surgir uma dúvida sobre qual rota escolher. Não deixe que as incertezas paralisem a caminhada rumo ao sucesso.

6. Os julgamentos dos outros

Saber ouvir as pessoas é uma virtude, mas devemos sempre encontrar o equilíbrio para não ignorar totalmente a nossa própria intuição. Esse exercício de absorver críticas sem deixar de ouvir a si mesmo nos ajuda a evoluir e nos torna mais resistentes em momentos de solidão. Quem acata demais os julgamentos alheios tende a ficar sem rumo quando não houver ninguém para “guiá-lo”.

Em última análise, ouvir excessivamente os outros e assumir como verdade absoluta suas opiniões leva a pessoa a se esquecer de sua essência. O equilíbrio passa pelo entendimento de que não é preciso se transformar em outra pessoa para impressionar ou inspirar quem está ao seu redor.

(Mas tenha sempre atenção à palavra equilíbrio para não deixar que seu ego tome conta da tomada de decisão. Foi este o tema de um post no blog).

7. O receio de dizer “não”

No início de carreira, todos precisam dizer “sim” para muitas coisas com as quais não concordam. Com o passar do tempo, o profissional se estabelece e entende a importância de dizer “não” para se manter focado em seus objetivos. Quem não sabe dizer “não” se coloca como o bombeiro que pode ser acionado para resolver urgências. Acredite, você não quer ser essa pessoa, pois terá uma série de frustrações e casos de estresse.

Muitos dedicam grande parcela de tempo ao que é urgente e se esquecem do que é importante. A chave é saber estabelecer prioridades e dividir o tempo com sabedoria para executar essas atividades.

O livro A Tríade do Tempo, de Christian Barbosa, explica em detalhes os conceitos fundamentais da produtividade. A materialização destes conceitos se dá no software Neotriad, um organizador de atividades diárias que permite o planejamento mais efetivo. A ferramenta funciona individualmente e também para a gestão de equipes.

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