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7 de fevereiro de 2019

Integração de novos colaboradores é papel do gestor de equipes?


Engana-se quem supõe que a integração de novos colaboradores é, fundamentalmente, uma atribuição do departamento de RH. Gestores de equipes têm papel importante nesse procedimento, por isso devem fazer a sua parte para garantir uma boa adaptação.

Nesse post, apresentamos dicas práticas que contribuem para a melhor integração de novos colaboradores. Todas elas são de responsabilidade do gestor de equipes, portanto, é necessário que os líderes assumam o seu papel no processo.

Seja paciente

A paciência certamente é uma daquelas virtudes que rende bons frutos tanto na vida pessoal, quanto no âmbito profissional. Quem tem a responsabilidade de comandar uma equipe encontra ainda mais valor em ser paciente.

A calma para lidar com os colaboradores é mais relevante quando se trata de profissionais recém-chegados. Durante a fase de adaptação, o gestor não conhece bem a pessoa – fato que pode levar a pequenos desentendimentos.

Um caminho para atenuar essa tensão inicial é adotar uma postura paciente e de auxílio para que a pessoa vá se adaptando continuamente. Quando o novo colaborador errar em algum processo, procure explicar com clareza e tranquilidade em que ponto ele falhou. Uma atitude intempestiva em situações desse tipo pode levar a uma ruptura muito prematura.

(Você tem boas noções de liderança? Confira nesse outro post do blog quais são as atitudes que prejudicam o líder)

Crie pontes entre os colaboradores

Crie pontes entre os colaboradores para que a equipe fique em harmonia

Equipes são formadas por pessoas que devem conviver em harmonia para produzir coletivamente com eficiência. Portanto, quando um novo colaborador chega à empresa, é natural que alguns dos colegas adotem certa resistência no início. Com o propósito de resolver esse impasse, o gestor deve entender que cada um tem uma personalidade e que dificilmente o novato vai se dar bem com todos logo no princípio.

Um dos caminhos para atenuar esse possível problema é criar pontes entre os colaboradores. Procure entender as melhores habilidades do profissional recém-contratado e avalie como elas se encaixam nas atividades desempenhadas pelos demais. A ideia de estabelecer laços para uma boa convivência pode passar também por questões pessoais. Às vezes, o gosto por um assunto em comum pode fazer com que o novo colaborador seja bem aceito mais rapidamente.

Identifique oportunidades e problemas na integração de novos colaboradores

Identificar oportunidades é uma das tarefas permanentes de quem lidera uma equipe. Há momentos em que um projeto deve ser redesenhado, em outros, o caminho mais correto é interrompê-lo. Nessas horas, agir com inteligência é decisivo.

Na integração de novos colaboradores, a capacidade de identificar oportunidades também tem um peso grande. Ou seja, o líder tem de observar como está o processo de adaptação do profissional sob diferentes aspectos: relacionamento com os colegas, cumprimento de regras, adequação à função exercida, entre outros.

A respeito da adequação à função, o gestor de equipes pode detectar a oportunidade (ou necessidade) de realocar o colaborador em outro cargo dentro do mesmo departamento ou, em certos casos, uma readaptação de sua função para melhorar a produtividade coletiva.

Evidentemente, essa medida nem sempre vai funcionar. É provável que a inadequação de um profissional a determinada função só se resolve com um desligamento ainda nos primeiros meses. Ainda que seja uma decisão difícil, ela pode ocorrer por dificuldade de adaptação ou mesmo por uma escolha infeliz do departamento de RH ao contratar o profissional.

Tenha cuidado com o turnover

Identifique a insatisfação dos novos colaboradores para evitar a saída precoce

Essa dica não é propriamente uma iniciativa a ser adotada pelo gestor de equipes na integração de novos colaboradores. Por outro lado, é válido ter em mente uma realidade que se apresenta em diversos mercados: jovens têm uma tendência maior a permanecer pouco tempo em uma mesma empresa, ou seja, a saída precoce é uma via de mão dupla.

O alto turnover observado no mercado é decorrente de uma série de fatores, dentre os quais a busca por um propósito e a dificuldade em se motivar e se adaptar a regras. Cabe ao gestor de equipes observar com atenção o seu time para identificar precocemente possíveis insatisfações. Em muitos casos, existe o risco de perder grandes talentos por falta de um cuidado maior na gestão de pessoas.

Também aqui no nosso blog, abordamos mais detalhadamente o fenômeno do turnover entre os mais jovens. Clique aqui e confira.

Tenha um treinamento didático e eficaz

Estabeleça processos de treinamento simples para a integração de novos colaboradores

Quais são os processos que compõem a rotina da sua empresa? O que um colaborador, por exemplo, tem de fazer exatamente em seu dia a dia? Você tem uma lista de atividades detalhada?

As respostas a essas e a outras perguntas é essencial para gestores de equipes facilitarem a integração de novos colaboradores. É papel do líder treinar os profissionais para que eles cometam o menor número de erros possível e se destaquem na empresa logo de cara.

Durante o treinamento, o gestor deve acompanhar, na medida do possível, sem deixar de lado seus demais afazeres. Uma boa ajuda nesse caso é apontar um colaborador já experiente para reforçar o processo de aprendizado do novato.

Ajude na adaptação às ferramentas que a empresa utiliza

O treinamento eficaz a respeito das atividades a serem desempenhadas não é o bastante na integração de novos colaboradores. Empresas dos mais diversos segmentos trabalham com ferramentas que facilitam o dia a dia, pois muitas delas automatizam processos para elevar a produtividade.

Se a sua empresa adota algum software ou ferramenta desse tipo, explique o passo a passo para os novos colaboradores. Essa pequena aula inicial será fundamental em dois sentidos. Primeiro, fará com que o profissional possa trabalhar com a máxima eficiência logo nas primeiras semanas. O segundo ponto é a integração aos demais colaboradores, que poderiam ter o seu trabalho comprometido por um colaborador que não domina a ferramenta.

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